Comportamento

Vivemos cultura de estupro que vê a mulher como menos que humana e como objeto

Quentin Walcott, que já recebeu prêmio da ONU e trabalhou em projetos da Casa Branca, fala sobre violência e assassinatos de mulheres, que cresceu mais de 200% em 30 anosQuentin Walcott é uma espécie de professor que se propõe a ensinar “machões agressores” a se comportar e se responsabilizar por atitudes sexistas e violentas. Parece inofensivo, mas é o tipo de ação – em tempos de ;pouca atitude para resolver a questão ;- que reúne resultados surpreendentes. Temos o que comemorar.Walcott trabalha como professor em uma espécie de escola para homens agressores e os ensina a deixar o machismo para trásFoto: Arquivo pessoalO ativista de 44 anos, que já recebeu prêmio da ONU e trabalhou em projetos da Casa Branca, nos Estados Unidos, veio ao Brasil durante a semana de combate à violência doméstica e surpreendeu ao contar sobre sua experiência como co-diretor-executivo da Connect, ONG que atua na prevenção da violência doméstica junto a homens de todas as idades.O ativista e educador, que ;passou os últimos 18 anos trabalhando com o tema e desenvolvendo trabalhos junto a agressores homens para mudar seu ;comportamento, acredita que é preciso mudar a imagem da mulher na sociedade. “Violência contra mulheres é um comportamento aprendido. Vivemos em uma cultura muito violenta e em uma cultura de estupro que vê mulheres como menos que humanas, como propriedade e como objetos. Atitudes individuais e coletivas de homens em relação às mulheres e meninas que são apoiadas por políticas e práticas sistêmicas e estruturais fazem com que homens escolham ser agressores e não sejam responsabilizados por suas atitudes e comportamentos”, explica.Estatística e realidadeSegundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 70% das mulheres em todo o mundo sofrem algum tipo de violência de gênero ao longo da vida. A estimativa é que uma em cada cinco mulheres seja vítima de estupro ou de tentativa de estupro. De acordo com o Mapa da Violência 2012, entre 1990 e 2010, foram assassinadas cerca de 91 mil mulheres. Em 30 anos, o número de assassinatos de mulheres cresceu mais de 200%, para 4.297. ;“As estatísticas de violência contra a mulher no Brasil são, como em muitos países, incluindo os Estados Unidos, tremendamente altas por muitas razões. Estamos falando sobre a vida de mulheres e questões relacionadas a suas vidas e valores que muito frequentemente não são levadas a sério. Não abordarmos esta questão como outros tipos graves de crime, o que também é parte da contínua violência. Muitas vezes elas ;tem origens semelhantes”, analisa.Prevenção“Acho que os números continuarão altos se começarmos a olhar para a prevenção como uma maneira de diminuir os altos incidentes de violência. Parte da solução é gastar mais tempo e dar mais atenção aos agressores, ou autores, da violência e buscar maneiras de transformar suas atitudes e crenças em relação às mulheres e meninas”, diz Walcott.O ativista lembra de um caso bem-sucedido com um agressor para exemplificar a necessidade do trabalho que realiza.“O maior sucesso foi quando um cliente meu participou de um grupo privado que eu estava conduzindo, para mostrar a um juiz que ele era pró-ativo sobre a mudança de seu comportamento, mas, na realidade, queria reduzir sua sentença depois de um incidente extremamente violento com uma mulher com a qual matinha um relacionamento. Apesar de sua tentativa ter fracassado, ele teve uma experiência transformadora e demonstrou atitude e mudança de comportamento, um dos casos mais claros em meus muitos anos de trabalho com homens agressores. Ele mudou suas convicções em relação à sua namorada, lidou com a conseqüência de suas ações e foi responsabilizado por seu comportamento”, recorda. Normalmente, sem o programa, o agressor “estaria em negação, e poderia ter culpado sua namorada caso ele tivesse que ir para a cadeia”, segundo Walcott.A visita de Quentin Walcott faz parte de uma de muitas iniciativas e programas da Missão Diplomática dos EUA no Brasil, neste ano, que procuram promover o diálogo e o entendimento mútuo entre brasileiros e americanos, além de apoiar os esforços da sociedade civil brasileira.‘A Regra do jogo’: Domingas (Maeve Jinkings) sofre diariamente nas mãos de Juca (Osvaldo Mil) mas não se livra deleFoto: Divulgação/GloboSexismo é apoiado na sociedadeEm seu trabalho, que utiliza discussão, dramatização, uso de multimídia e artes, ;em ;sessões de grupo / workshop, Walcott explora formas de tratar, negociar e desenvolver maneiras justas e imparciais de lidar com a questão usando técnicas diferentes de aprendizagem. “Também exploramos o tratamento diferenciado dado a homens e como isso se manifesta. Além disso, identifico o impacto físico e psicológico do comportamento masculino sobre mulheres e crianças”.De acordo com o especialista, o trabalho com agressores não é uma receita que sirva para todos.“Acho que é importante desenvolver programas que são cultural e historicamente específicos para as pessoas com quem estou trabalhando. Mas, com todos os homens, acho que é importante olhar para a forma como desenvolvemos nossas atitudes em relação às mulheres e meninas, nossos conceitos de masculinidade e para como nos socializamos. Estes fatores contribuem, por exemplo, para o motivo de optarmos por sermos agressivos em nossos relacionamentos e para a forma como atitudes sexistas são desenvolvidas e apoiadas na sociedade”, alerta.

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Será que a vida está mesmo tão difícil ou você costuma fazer o papel de vítima?

“Tudo acontece comigo!” Se usa essa frase com frequência, cuidado: pode estar sofrendo da síndrome de vítima. Aprenda a identificar o problema e encarar a vida com mais otimismoTodos nós, vez ou outra, nos sentimos um pouco vítimas das circunstâncias. Como na vida não controlamos tudo, é natural que as coisas possam sair de um jeito que não esperamos e acabamos sendo vítimas de uma situação. Mas fique atenta! Se isso tem acontecido com frequência com você ou com pessoas próximas, o problema pode ser outro. A síndrome de vítima costuma instalar-se silenciosamente no inconsciente e pode afetar gravemente as relações amorosas, familiares e até a carreira.Adiar o problema não fará ele sumir, ao contrário, vai causar mais ansiedade, frustração e, com isso, mais vitimizaçãoFoto: Thinkstock/Getty ImagesSegundo a psicóloga Márcia Mathias, a pessoa que se sente vitimada acha que sua dor é muito maior do que a dos outros. “A pessoa acha que seus problemas são mais graves e importantes do que do resto do mundo. Se ela buscar ajuda, falar sobre o problema ou a dor for por conta de um acontecimento específico, é natural. No entanto, se o indivíduo acha que tudo acontece com ele o tempo todo e cai na desesperança e desespero, o quadro pode assumir um tom patológico”, explica.Todos temos momentos de vitimização. Assumir esse papel é também uma forma de nos proteger das responsabilidades do cotidiano. Porém, há pessoas que usam este artifício para se tornarem manipuladoras. “Neste caso, a pessoa tem consciência do papel de vítima. Age construindo um muro de obrigações que o outro tem de cumprir. Instala-se um jogo de sentimento de culpa”, diz a psicóloga. Esse é o caso de pais e familiares que usam da culpa para controlar os filhos, por exemplo. Afinal, quem nunca ouviu uma mãe dizendo que “largou tudo para cuidar dos filhos” ou “que perdeu noites de sono tranquilo porque o filho não estava em casa”?Vítima no trabalhoAssumir o papel de vítima no ambiente corporativo pode ser perigoso. “Em geral, a pessoa que assume essa postura mostra insegurança e fraqueza. Usa esse artifício para conseguir algum benefício ou para passar despercebida no escritório e fugir de suas obrigações”, explica a coach Patrícia Atui. Há ainda aquelas pessoas que se colocam como eternas injustiçadas, deixando sempre os colegas e até o próprio chefe em um lugar desconfortável. “A pessoa reclama o tempo todo de não ser reconhecida ou ainda se diz a grande salvadora da equipe, aquela que assume todas as responsabilidades, quando, na verdade, acaba desagregando o grupo”, completa a coach.Em geral, a vitimização pode ser perigosa porque coloca uma carga de responsabilidade muito grande em cima daqueles que convivem com a “vítima”. Seja filho, namorado ou chefe, a pessoa atingida começa a se afastar e vê no vitimado um fardo a ser carregado. “É como uma âncora. O vitimado puxa todo mundo para baixo com ele e isso, aos poucos, destrói os laços de respeito, carinho e admiração. É natural que as pessoas queiram se livrar desse peso para viver sua vida”, conclui Patrícia.Você se identifica com o comportamento ou conhece alguém que adora fazer o papel de vítima? Veja dicas para assumir as rédeas de sua vida ou mesmo ajudar quem gosta de se passar de coitadinho.1. Procure ajuda: esse é o primeiro passo para deixar de lado o sentimento de ser injustiçado pela vida. Se você já percebeu que exagera na dose ou acha que tudo acontece com você, vale conversar com um profissional.2. Fale sobre seus medos: sempre que sentir-se inseguro, é importante falar sobre isso. Principalmente na relação amorosa. Fale sobre o que lhe deixa aflita e sobre como você tende a lidar com o problema – muitas vezes ignorando ou jogando a responsabilidade para outra pessoa. Isso vale também para o ambiente de trabalho. Converse com seu chefe sobre seus desejos e medos ao realizar uma tarefa.3. Não fuja dos problemas: se você tem algo para resolver com uma pessoa ou mesmo uma situação pendente, trate de encarar o assunto de frente. Adiar o problema não fará ele sumir, ao contrário, vai causar mais ansiedade, frustração e, com isso, mais vitimização.4. Ouça o outro lado: vítimas costumam estar tão centradas em seus problemas e não dão ouvidos ao outro. É importante que você pergunte às pessoas como se sentem e saiba ouvir o que eles têm a dizer, mesmo que isso te desagrade. Se eles se queixarem que você está em constante reclamação e que isso os entristece ou os afasta, talvez seja hora de mudar alguns hábitos.5. Cuidado com a tristeza: assumir o papel de vítima não esconde apenas insegurança. Muitas vezes é uma forma de não lidar com os problemas do mundo. Fique atenta para perceber se suas fraquezas e medos não a estão levando para um quadro depressivo ou agravando uma depressão existente.6. Otimismo é a saída: procure ver o lado bom das coisas e evite a negatividade. O mesmo vale para quem lida com um vitimado. Mostre à pessoa os pontos positivos das situações e não se deixe contaminar pelo pessimismo. É tudo que ela quer.7. Acolhimento ajuda: Vítimas costumam buscar apoio nos outros, querem ser ouvidas, buscam atenção. É importante dar acolhimento e ouvir a pessoa, principalmente quando ela resolve revelar suas angústias. Só tome cuidado para não entrar no jogo dela e passar a mão na cabeça para os delírios em que ela enxerga o mundo inteiro contra ela.8. Seja claro e verdadeiro com quem faz papel de vítima: no trabalho, é importante mostrar à vítima o que se espera dela. Deixe claro o papel dela dentro de um projeto, suas funções e tarefas. Dê prazos e pergunte se ela está confortável com o tempo e com as atribuições que terá de executar. É importante estar disponível e oferecer ajuda, mas jamais assumir as responsabilidades da outra pessoa e fazer o serviço por ela.9. Vá até onde pode: se você sente-se insegura no trabalho, é importante que assuma apenas aquilo que você realmente consegue executar. Não queira fazer tudo para depois posar de mártir. Delimite prazos e metas reais, assim você não frustra seus colegas e nem seu chefe. E se tiver dúvidas sobre algo, pergunte. Pedir ajuda não é crime!10. Faça uma autoavaliação: o mundo é mesmo cruel e, muitas vezes, a vida é bem difícil, mas tome cuidado para não colocar uma lente de aumento em seus problemas. Para tudo há uma solução. Pergunte-se até onde realmente aquilo lhe atinge e encontre soluções possíveis. Reclamar não vai solucionar a questão. E lembre-se: há muitas pessoas passando pelo mesmo que você e que estão seguindo a vida.Ao longo de 12 anos, ‘Boyhood’ mostra Mason (de roxo) de sua infância ao fim da adolescência. 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