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Tecnologia de ponta no novo Range Rover Velar

O modelo, que chega este ano, se destaca pela central multimídia com dois paineis em alta resolução Rio – A Land Rover apresentou para o mundo o quarto e novo integrante da família Range Rover, o Velar, nome que remete aos primeiros protótipos da família, criados em 1969. A novidade se posiciona acima do Evoque e abaixo do Sport. Chega para o mercado global até o fim deste ano. No Brasil, ainda está sem previsão de lançamento.A começar pelo design, o Velar assume mais compromisso com as linhas contemporâneas do Evoque, em vez do perfil clássico dos irmãos maiores. Tal desenho lhe rendeu um belo coeficiente aerodinâmico, de apenas 0,32. É, indiscutivelmente moderno. Tem faróis de LED, rodas que podem ser de até 22 polegadas, o teto panorâmico e maçanetas escamoteáveis, que se ocultam na carroceria, mais um belo detalhe.No interior, sobra vanguarda no painel com suas duas telas de 10 polegadas de alta resolução, que comandam os recursos do utilitário esportivo. O quadro de instrumentos não fica para trás, ao ser constituído de tela TFT de 12 polegadas. A iluminação do ambiente é toda em LED. E, ao pensar em um som para harmonizar, entra em cena um sistema Meridian com até 1.600 W de potência e 23 alto-falantes.O Range Rover Velar, como de costume na marca, tem plataforma de alumínio. O utilitário esportivo premium oferece 2,87 m de entre-eixos (Evoque 2,66 m e Sport: 2,92 m) e 673 litros de capacidade no porta-malas. O sistema de suspensão é a ar e está amparado pelo recurso de adaptação dinâmica, que atua na rolagem da carroceria para um melhor desempenho no asfalto.LEGÍTIMO RANGEO Range Rover Velar terá à disposição seis opções de motores: com diesel, há a unidade Ingenium quatro cilindros com 180 ou 240 cv. Para quem deseja mais desempenho, o SUV equipa o V6 de 300 cv e 71,3 kgfm de torque.Com gasolina, destaque para o novo Ingenium de 250 cv, que acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos, além da versão de 300 cv, esta somente para um futuro próximo. No topo desta cadeia, está Supercharged de 380 cv, o mesmo do Jaguar F-TYPE, que faz o 0 a 100 em apenas 5,7 segundos.Esses propulsores estarão associados ao câmbio ZF automático sequencial, de oito velocidades (com borboletas no volante) e tração integral nas quatro rodas, esta operada pelo sistema ‘Intelligent Driveline Dynamics’ e com bloqueador ativo de diferencial traseiro. Há, ainda, os módulos ‘Terrain Response 1 e 2’, que atuam para viabilizar o tráfego em terrenos adversos, além da capacidade de transposição de trechos alagados com até 60 centímetros de água.

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Crise econômica não atinge mercado de carros blindados

Junto desses dados, crescem de forma acelerada no país os índices de violência urbana, com aumento nos números de homicídios e roubosRio – Enquanto o mercado de automóveis leves não anda em um bom momento, com retração, o segmento de blindagem de veículos permanece em crescimento no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), a frota de blindados no país somava 388 veículos em 1995. De lá para cá, a frota já é de mais de 160 mil veículos desse tipo. Um crescimento bastante significativo, responsável por alçar o Brasil à liderança mundial nesse tipo de processo, ultrapassando países como Estados Unidos e México.Junto desses dados, crescem de forma acelerada no país os índices de violência urbana, com aumento nos números de homicídios e roubos de veículos. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, há mais assassinatos no Brasil do que em países que estão em guerra. Na Síria, por exemplo, 256 mil pessoas morreram em quatro anos. No Brasil, no mesmo período, foram quase 279 mil. E os casos que mais crescem são aqueles ligados ao latrocínio (roubo seguido de morte), com crescimento de 7,8% em 2015.SENSAÇÃO DE INSEGURANÇADe acordo o especialista em segurança e blindagem de veículos automotivos, Glauco Splendore, a busca por proteção particular, como no caso dos automóveis, é cada vez maior nas famílias brasileiras. “Temos notado que o crescimento da violência e a sensação de insegurança vêm acompanhando o desejo de se criar alternativas de proteção. As pessoas, muitas vezes, deixam de fazer viagens ou investir na compra de um veículo zero quilômetro para realizar a blindagem”, explica.Ele chama a atenção, ainda, para um outro fator dessa crescente busca: o maior envolvimento da classe média. “Se antes quem blindava o veículo era o grande empresário, o artista e o político, hoje, pelo que tenho notado, a classe média vem sendo um dos maiores consumidores deste serviço”, analisa.Com mais de mil blindagens realizadas e uma vasta experiência em todo o processo, o especialista destaca, no entanto, que não só por se tratar de um investimento significativo (custa em média R$ 57 mil), é preciso garantir a efetiva segurança ao optar pela blindadora parceira. “Estamos lidando com vidas. E vida só tem uma. Não existe margem para erros ou jeitinho”, alerta Splendore.O especialista orienta aos consumidores, no momento de escolher onde blindar, obter referências documentais da empresa, conferir com atenção o material utilizado e acabamento interno, conhecer o sistema de testagem e obter garantias de que todos os itens, como vidro, portas, ar-condicionado e comandos do veículo estão funcionando perfeitamente ao sair da fábrica.Além de todos esses cuidados, o profissional destaca que é fundamental para o cliente conhecer as certificações da empresa blindadora e saber se ela segue todas as normas exigidas pelo Exército Brasileiro para obtenção da licença de blindagem. “Se houve uma falha na blindagem, por mínima que seja, já não há garantia da proteção”, ressalta Splendore. O especialista, aliás, inaugura neste mês em São Paulo a sua empresa no segmento, a Splendore Blindagem. “É um segmento que deverá ter um crescimento entre 15% a 20% neste ano”, acredita.

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